LONDRES (Reuters) - O Newcastle United aceitou nesta segunda-feira o pedido de demissão do técnico Glenn Roeder, anunciou a equipe inglesa nesta segunda-feira. O ex-capitão do clube deixa o cargo após um ano no St James Park.
Steven Berglas
Ao pensar em um astro desses, vem à mente da maioria de nós um retrato relativamente parecido. Um astro é aquela pessoa perfeita. É a mais ambiciosa, a mais competente, a mais inteligente de toda a empresa. Mas, apesar do ar de satisfação consigo mesma, de uma certa presunção e até da gabolice, um número considerável dessas estrelas do desempenho não confia em si. Ron Daniel, que foi diretor-gerente da consultoria de administração McKinsey & Company, ilustrou bem tal tese ao dizer à revista Fortune que “a verdadeira briga no mercado não é por clientes, é por gente.
Robert F. Hurley
Com base na pesquisa do psicólogo social Morton Deutsch sobre confiança, suspeita e resolução de conflitos, e em minha ex-periência nos últimos 15 anos orientando organizações e executivos sobre a ques-tão, criei um modelo que pode ser usado para prever se um indivíduo vai optar por confiar ou não em outro em determinada situação (veja o quadro “Confiar ou não confiar?”). Testei o modelo, que identifica dez fatores em jogo no processo decisório, com centenas de altos executivos.
Durante décadas a Astar Enterprises, sediada no norte do estado americano de New Jersey, fora um nome relativamente pequeno, mas respeitado, na indústria de bens de consumo, distribuindo um pu-nhado de marcas conhecidas em escala regional, sobretudo na Nova Inglaterra e nos estados do Nordeste americano. Nos últimos 15 anos, sob a liderança de Bennett, a empresa mais do que triplicara em porte e passara a atender todo o território americano. Fora um crescimento à base da ampliação da linha de produtos e de uma disciplinada estratégia de aquisições. No ano corrente, a projeção de faturamento da Astar era de US$ 3 bilhões e a empresa exibia uma sólida carteira de produtos que abrangia artigos de limpeza e lavanderia (especialmente o detergente Nature Pure) e itens de beleza e higiene pessoal (como a linha de artigos de toalete Canterbury). O grosso de seus produtos era vendido em grandes lojas, sobretudo em supermercados, lojas de desconto e redes de drogarias. A Astar também fabricava marcas próprias de terceiros e tinha toda uma linha de artigos profissionais voltados aos setores de saúde e hotelaria.
Benito Arruñada e Xosé H. Vázquez
Poucas empresas industriais ainda consideram a manufatura uma parte essencial das operações. O tradicional detentor da marca — o que hoje chamamos de OEM — prefere cuidar da pesquisa, da concepção e da venda de bens, deixando a produção a novos especialistas: fabricantes contratados.